2º Encontro Municipal de Dança Sênior em Chapada dos Guimarães

O projeto visa dar continuidade ao 1º Encontro de Dança Sênior em Chapada dos Guimarães, realizado no ano de 2016, com a participação do “Grupo Arco-íris – Dirigente Maria José” da cidade de Chapada e dos Grupos de Cuiabá “Felicidade e Elvira Ferraz – Dirigente Ana Maria”, “Verdinho – Dirigente e alunos do “ICEMAT (Instituto de Cegos de Mato Grosso) – Dirigente Josete Pinto. O primeiro encontro foi realizado de forma independente, buscando a integração entre esses grupos, para o 2º Encontro serão convidados grupos de outras cidades do interior de Mato Grosso. A Dança Sênior iniciou com Ilse Tut no ano de 1974 a Alemanha, ao Brasil chegou no ano de 1982 em parceria com o Instituto Bethesda e hoje está espalhada pelo mundo, no Brasil o movimento está dividido por Regionais em que Mato Grosso é integrante da Regional 5, juntamente com Mato Grosso do Sul e Rondônia, sob a coordenação da Dirigente Ana Maria Moreira. As danças trabalham todos os músculos do corpo com graça e suavidade, promovendo condicionamento muscular, fôlego, firmeza e precisão, além de trabalhar a postura, coordenação motora e disciplina. Movimentos que antes eram simples e que na 3º idade ou ao longo dos anos se tornam mais difíceis e podem ser recuperados, pois a dança promove maior flexibilidade, dando qualidade de vida a quem prática.

 

Baile de Danças Circulares Sagradas de final ano em Chapada dos Guimarães

O projeto do Baile visa à integração entre pessoas que buscam atividades alternativas durante o final de ano em Chapada dos Guimarães. Que por dois anos foi realizado na residência da Focalizadora Maria José de forma independente, com diversos participantes das Rodas de dança de Cuiabá, bem como a participação da focalizadora Solange Moreschi, que desenvolve dança a mais de 15 anos em Cuiabá. Para o próximo às atividades deverão ser realizadas em espaço amplo, com o objetivo de apresentar as Danças Circulares Sagradas ao maior número de pessoas, onde não há obrigatoriedade de se saber dançar, são atividades de integração onde todos podem chegar e entrar na roda. O Movimento da Dança Circular Sagrada busca integrar pessoas que dão as mãos em roda para dançar. Com passos ensinados pela (o) focalizadora (o) e no embalo de diferentes ritmos ela promove bem estar e alegria, dentre inúmeros benefícios, é um excelente instrumento de autoconhecimento, facilita a coordenação motora, concentração, memória, desenvolve a autoconfiança e a criatividade. Além de promover todos esses benefícios, estar inserida no Decreto Nº 404 de 15 de abril de 2016, em que a Dança Circular entra como uma das “Atividades de Práticas Integrativas” do SUS. A Dança Circular Sagrada nasceu com o coreógrafo alemão/polonês Bernhard Wosien quando, em 1976, visitou a Comunidade de Findhorn, no norte da Escócia e pôde ensinar, pela primeira vez, uma coletânea de Danças Folclóricas para os residentes. As danças em roda sempre estiveram presentes nas tribos e em todas as épocas, fazendo parte dos rituais de suas comunidades. O círculo, símbolo universal, tendo como centro muitas vezes o fogo ou objetos sagrados como talismãs e flores, representava o espaço da comunidade para celebrar rituais de passagem como nascimento, casamento, morte e outros momentos importantes da vida humana. A Dança Circular Sagrada não é, portanto, uma invenção dos tempos modernos. Pelo contrário, é apenas o resgate de uma prática ancestral muito antiga e profunda, vestida para os tempos atuais.

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