Projeto Olhar indígena

O projeto Olhar indígena intui-se em possibilitar ao público em geral acesso a um painel significativo da fotografia da natureza mato-grossense, centralizado na presença dos indígenas habitantes destas terras através da produção de um livro do fotógrafo Antônio Carlos Ferreira Banavita, com textos de 12 escritores indígenas Daniel Cabixi, Darlene Taukane, Felix Bororo, Ailton Krenak, Edson Krenak, Edson Kayapo, Justino Sarmento, Marcos Terena, Naine Terena e Domingos Manhoro e apresentação de Daniel Munduruku, que compõe-se de fotos do autor relativas a rituais, lendas e outros eventos culturais com ensinamentos indígenas das etnias de Mato Grosso e de outras regiões do Brasil, compondo um painel significativo desse universo. A obra será editada em português, francês e italiano.
Além disso, o projeto também pretende fazer uma exposição itinerante também intitulada “Olhar Indígena” com as fotografias do artista pelo Mato grosso, alguns estados brasileiros e três países da Europa (Espanha, França e Itália). Durante o período de exposição na Itália será feita uma residência artística, onde o artista permanecerá um mês na cidade de Roma, conhecendo a cidade e ateliês de artistas/fotógrafos locais, produzindo um intercâmbio cultural entre Brasil/Itália, uma combinação entre a cultura brasileira e a cultura europeia que resultará numa exposição estruturada com o targat Tibaldi Arte Contemporânea e que também será enviada para o Brasil.

Expedição Hidrovia Paraguai-Paraná

O presente projeto tem como intuito realizar uma expedição que navegará pela Hidrovia Paraguai-Paraná, saindo do solo brasileiro de Cáceres em Mato Grosso, passando por Corumbá em Mato Grosso do Sul, seguindo em direção ao Paraguai, Argentina até Nueva Palmira no Uruguai levando profissionais da área de comunicação, com apoio científico das universidades que estão estabelecidas as margens da hidrovia e convidados que contribuirão para temas relevantes e pertinentes a determinadas áreas do conhecimento científico, e temas mais relevantes da hidrovia, sejam na área de cultura, meio ambiente, história, economia, logística, segurança e turismo.
Além dos aspectos econômicos da Hidrovia Paraguai-Paraná, este projeto contempla também a importância da integração sociocultural e da interação humana de populações que, embora tenha o rio como elemento comum, permanecem quase que literalmente ‘separados’ por fronteiras nacionais. Assim, a ideia é de promover uma verdadeira integração sul-americana por meio da aproximação cultural, da redução progressiva do ‘estranhamento’ pelo conhecimento mútuo entre as populações dos estados nacionais, compondo a expedição com artistas ligados à música, artes visuais, artes cênicas, artesanato e audiovisual, que sejam genuinamente populares.

@CUIABA300iMAGENS

Este projeto visa à realização do trabalho coletivo @cuiaba300imagens, no formato plataforma virtual, colaborativa e inovadora com o propósito de reunir múltiplos olhares para registrar a cidade, em imagens fotográficas, nesse período que antecede a grande efeméride do aniversário de 300 de anos da capital de Mato Grosso.

100 anos Manoel de Barros

Manoel de Barros é o maior representante da literatura mato-grossense de todos os tempos. É a partir desse legado que temos a honra e o dever de oferecer uma homenagem em seu centenário. O poeta nasceu em 19 de dezembro de 1916 no Beco da Marinha, bairro Porto em Cuiabá, com suas raízes ancestrais em Nossa Senhora do Livramento – MT.
Iremos realizar no Pantanal Shopping nos meses de agosto e setembro a exposição coletiva intitulada “Para encontrar o azul eu uso pássaros” e a publicação de um catálogo impresso a partir da perspectiva de 22 artistas convidados a produzirem uma ou mais obras de arte inspirada em poemas de Manoel de Barros.

Projeto Kuarup Piracuman

Produzir um documentário sobre o ritual Kuarup, publicar um livro fotográfico sobre a cerimônia e a região do Xingu, itinerar com a exposição “Kuarup Piracuman”, ministrar oficinas de fotografia em quatro aldeias, além de elaborar um projeto executivo para construção do “Centro Cultural Pirakuman” onde será disponibilizado todo o acervo do Cacique Pirakuman Yawlapiti, grande defensor da criação do Parque do Xingu. Todo o trabalho será coordenado pelo fotógrafo e documentarista Antônio Carlos Ferreira Banavita